Dracena ? Porque???...eu me perguntei e vc?





Crônica ...curiosidade?


    Sabe estava curioso para saber o significado da palavra DRACENA claro que sabemos que é uma planta mas se aprofundarmos mais...... o significado da palavra DRACENA não esta simplesmente ser uma planta ou uma cidade, que levou o nome da planta, e esta planta levou o nome do que:?:??

...hahah de uma lenda sensacional .....e é indiana.......diretamente da india...,,,sera?


A Dracena Draco


    Hoje eu quero contar uma história um tanto fantástica, não apenas pelos fatos extraordinários, mas também porque ela mistura o lado imaginário com o real e verdadeiro. Muitas vezes é difícil separar a fantasia do que é autêntico, especialmente quando falamos de fatos acontecidos há muito tempo.


                                       

    Muito li sobre ela, e também ouvi coisas tão incríveis que às vezes penso: até que ponto esta árvore misteriosa esconde segredos que nunca serão revelados? Sabemos que o nome dracena deriva do vocábulo grego Dracaina, que denomina o dragão-fêmea, esse animal mitológico que é representado com cauda de serpente, garras e asas, tem também várias cabeças e uma pele grossa, praticamente impenetrável.
     A Dracena Draco também tem uma casca coriácea, muito espessa e na medida em que cresce vai multiplicando suas copas que parecem cabeças em forma de penachos, ou espanadores.



    Uma lenda indiana muito antiga, fala de um combate entre um dragão basilisco, que eram os mais terríveis porque conseguiam matar apenas com um olhar que disparava línguas de fogo, e um elefante de presas enormes e curvadas para cima. O enfrentamento foi colossal, porque os dois animais eram enormes, mas o dragão aproveitando sua maior flexibilidade se enrolou no adversário cravando as fortes unhas de forma tal que era impossível qualquer tentativa de separação e, entre bramidos e urros, as duas bestas caíram num imenso charco de sangue e de barro. O dragão imobilizado por causa do enorme peso do inimigo já não conseguia nem respirar, quanto mais soltar labaredas de fogo. O elefante, coberto de profundas unhadas, agonizava desistindo de espetar com seus colmilhos o monstro de tantas cabeças. Assim os dois morreram e a terra parou de tremer e no mesmo instante o sangue de um, se misturou ao sangue de outro, formando cristais de cor púrpura que desapareceram nas profundezas da terra. Dias mais tarde, o solo que fora palco de tão encarniçada luta, já sereno, se abria para permitir a brotação de uma planta parecida com uma palmeira, mas que na realidade era uma dracena draco, surgindo já robusta, demonstrando que seu destino estava traçado: misturando força, magia e resistência.



    Não se sabe em que época aconteceu tudo isto, os contadores de estórias, na Índia, não se importam muito com datas e períodos e os arqueólogos não coincidem nas suas estimativas, alguns calculam que a primeira Draco apareceu na terra há 400 milhões de anos, mas tudo isso é muito vago. O que é certo é que Alexandre Magno, o grande conquistador macedônio, comandou sua frota de 160 navios e 37.000 guerreiros, para tomar a Ilha de Socotora, só porque lá cresciam as lendárias Dracenas Draco, que prometiam para quem bebesse a sua seiva a eterna juventude.



    Segundo a lenda, o filósofo Aristóteles, que também era macedonio como Alexandre, teria contado ao jovem general que em uma ilha frente ao continente africano e também próximo a Península Arábica, crescia uma árvore com poderes mágicos. Essa árvore soltava uma seiva que curava instantaneamente as feridas produzidas por armas brancas; Socotora ou Sugutra, como é conhecida pelos árabes, era uma terra distante, em linha reta eram quase 5.000 Km de andada e por mar, muito mais, além disso, os fenícios ocupavam a ilha que tinha valores estratégicos e econômicos muito grandes.

    Mas Aristóteles tinha ensinado a Alexandre que “o que existe na alma humana, são os reflexos da natureza, que está em torno dos homens”; por tudo isto então valia a pena o sacrifício. E o maior conquistador de todos os tempos, lança um contingente formado por 37.000 guerreiros que embarcam em 160 navios com destino a Socotora. O plano era perfeito, tinha sido arquitetado por esse filósofo sábio de 50 anos e pelo seu discípulo, um vencedor nato de apenas 22 ou 23 anos idade.

    Um enigmático personagem faz parte de toda esta narrativa. Nos livros nunca foi mencionado, mas Lykos estava lá, até nos momentos ultra-secretos em que Alexandre consultava os oráculos, que respondiam todas as dúvidas com conselhos infalíveis, de inspiração divina. Lykos estava junto a ele, como uma sombra, encarregado de manter iluminado o halo de glória, que pairava em cima do grande chefe. Esse oficial de confiança, pouco tempo depois de Alexandre ter vencido e expulso os fenícios do Socotora, o salva de uma ferida mortal produzida por uma espada. Lykos mistura gotas de Dracena Draco com uma babosa nativa, que os botânicos classificaram mais tarde como Aloe succotrina, e formula desta maneira uma poção mágica que devolve a vida a Alexandre, o Grande.

    Este remédio mágico, segundo relatos de antigos alquimistas, foi responsável, em partes, pelas inúmeras conquistas desse célebre general, que teve uma vida curta, já que morreu com 33 anos, curta, mas intensa, em todos os sentidos. O misterioso Lykos, ao contrário, viveu até os 122 anos. 
    Não conseguiu a eterna juventude, nem a imortalidade do corpo, apesar das doses diárias de suco de Dracena Draco, mas ajudou a disseminar as sementes desta árvore pelas diversas regiões por onde andou.
fonte colhida no jardim das ideias...
...HAHAhahahah...ops.....eu gostei se você não gostou tudo bem ....ninguem é perfeito né???ViePie ...tudo vê ....vê o que??....sei la mas vejo ...abraço e pesquise para saber se é realmente verdade....não acretide em tudo que você anda lendo na net............


fonte:http://www.jardimdasideias.com.br/228-a_dracena_draco

Triângulo

Para a Alquimia o triângulo representa os três princípios divinos ou substâncias de Enxofre, Mercúrio, e Sal.A trindade simboliza um processo de desenvolvimento que se desenrola no tempo. É um processo dinâmico que implica em crescimento, desenvolvimento e movimento no tempo. O triângulo apresenta-se como dois opostos que unem-se no alto por um terceiro elemento. Parece-nos que a trindade pode ser indicada como símbolo da individuacão enquanto processo. Dois triângulos interpenetrados simbolizam a união da alma com Deus, a união de Shiva e Shakti.

fonte:http://symbolom.com.br/wp/?cat=6&paged=2 , acessado dia 9 de setembro de 2010.

Três Níveis


A chave para alquimia compreensiva é perceber aquele pensamento alquímico é extremamente dinâmico e acontece imediatamente em três níveis: o físico, o psicológico, e o espiritual.

Dianteira assim virando em ouro significou mudando fisicamente não só o metal básico no metal nobre, mas também transformando hábitos básicos e emoções em pensamentos dourados e sentimentos, como também transmudando nossas almas escuras e ignóbeis na luz dourada de espírito.

Desenvolvendo esta habilidade para pensar e trabalhar imediatamente em todos os três níveis de realidade (ficando “muito-maior”), os alquimistas criaram uma tecnologia espiritual que não só aplicou para os laboratórios deles / delas, mas também para as próprias personalidades deles / delas e para as relações deles / delas com outras pessoas–e com Deus

fonte:http://symbolom.com.br/wp/?cat=6&paged=2 , acessado 9 setembro de 2010.

Serpente

Mitologia


A serpente é um antigo deus da sabedoria no Médio Oriente e na região do mar Egeu, sendo, intuitivamente, um símbolo telúrico.

No Egipto
, Rá e Áton (“aquele que termina ou aperfeiçoa”) eram o mesmo deus. Áton o “oposto a Rá,” foi associado com os animais da terra, incluindo a serpente. Nehebkau(“aquele que se aproveita das almas”) era o deus da serpente que guardava a entrada do mundo subterrâneo. Se nos afastarmos mais, tanto em termos geográficos como culturais – por exemplo, até às ilhas Fiji, encontramos Ratu-mai-mbula, um deus-serpente que governa o mundo subterrâneo (e faz a energia vital fluir).

No Museu do Louvre, existe um famoso vaso verde esteatite esculpido para o rei Gudea de Lagash (data aproximada entre 2200 a.C. e 2025 a.C.), dedicado por sua inscrição a Ningizzida, “senhor da árvore da verdade” que carrega um relevo das serpentes gêmeas em volta dos sacerdotes, exatamente como os caduceu de Hermes. Na mitologia Grega a serpente também aparece como símbolo da sabedoria, (símbolo da medicina) com Asclepio.

Na distante extremidade ocidental do mundo da antiguidade, no jardim de Hespérides, uma outra serpente guardiã da árvore, Ladon, protege a fruta dourada.

Entretanto sob uma outra árvore da Iluminação, está o Buda sentado em posição de meditação. Quando uma tempestade se levantou, o rei poderoso da serpente levantou-se acima de seu caverna subterrânea e envolveu o Buda em sete espirais por sete dias, para não interromper o seu estado de meditação.

O Minoan ,grande divindade, pode manusear uma serpente em uma das mãos, talvez evocando seu papel como a fonte da sabedoria, melhor que seu papel como o senhor dos animais (Potnia theron), com um leopardo sob cada braço. Não por acaso mais tarde este infante Héracles, um herói limítrofe entre o velho e o mundo novo de Olympia, também manuseara duas serpentes que “o ameaçaram” em seu berço. Os gregos clássicos não perceberam que a ameaça era meramente a ameaça da sabedoria. Mas o gesto é o mesmo que aquele da divindade de Creta. A haste que Moisés carrega é uma serpente. Quando a joga para a terra, ao comando de Yahweh, ela toma a forma de serpente. Se a identidade não puder ainda estar desobstruída o bastante, quando Moisés segura a serpente, esta se transforma em uma haste uma vez mais.

As serpentes são figuras proeminente em mitos gregos muito arcaicos: o mito-elemento de Laocoonte, a antiga Hidra de Lerna, que lutou com Hércules, a serpente do mais velho oráculo de Delfos, etc…

A imagem da serpente como a incorporação da sabedoria transmitida por Sophia é um emblema usado pelo gnosticismo, especialmente aquelas seitas mais ortodoxas caracterizadas como “Ofídeas”, (“Homens Serpente”). A serpente ctónica é um dos animais associados com o culto de Mitras. O Basilisco, o famoso “rei das serpentes” com o bote da morte, foi atacado por uma serpente,Pliny e outros pensaram, do ovo ao adulto. Tais fantasias encheram o pensamento medieval.

Na Mitologia nórdica, Jormungand, a serpente de Midgard, abraça o mundo no abismo do oceano. Na mitologia de Daomé, na África ocidental, a serpente que suporta tudo em suas muitas espirais é nomeada Dan. Vishnu é posta a dormir no yoga Nidra, flutuando nas águas cósmicas na serpente Shesha.

Por a serpente tirar sua pele e sair do esconderijo da casca morta brilhante e fresca, ela é um símbolo universal da renovação, e a regeneração que pode conduzir para imortalidade.

Na Epopeia de Gilgamesh (de origem suméria), Gilgamesh mergulha no fundo das águas para recuperar a planta da vida. Mas quando decide descansar do seu trabalho, aparece uma serpente que come a planta. A serpente torna-se imortal, e Gilgamesh fica destinado a morrer.

Na Mitologia Yoruba, Oxumare é do mesmo modo uma serpente mítica regenerada serpente da visão. É também um símbolo da ressureição na Mitologia Maya, abastecendo alguns contextos culturais além do Atlântico favorecidos na pseudoarqueologia Maya.Gukumatz, a serpente emplumada é mais familiar sob seu nome Azteca,Quetzalcoatl.

As Serpente do mar são criaturas gigantes cryptozoologia uma vez acreditou-se viverem na água, seriam monstros do mar tais como o Leviathan ou monstros do lago tais como o monstro do lago Ness. Se forem referidas como ” serpentes do mar”, foram entendidos para ser as atuais serpentes que vivem nas águas Indo-Pacíficas (família Hydrophiidae).

Tanakh

A ’serpente falante’ (nachash) no Jardim do Éden induziria conhecimento proibido, mas não é identificado com Satã no Livro do Génesis. Não há, contudo indicação no Génesis que a serpente era uma divindade em seu próprio direito, com exceção do fato que o Pentateuco não é de outra maneira abundante como animais falantes.

A informação dada pela Serpente poderia ser proibida , e foram as suas palavras as primeiras mentiras relatadas na bíblia. “…certamente não morrereis…”.

“Agora a serpente era mais subtil do que qualquer animal do campo que o senhor Deus fêz, -Gênesis 3:1″.

A serpente é a manifesta personificação da desobediência e da provocação a Deus. Por este motivo foi sempre associada a uma representação das forças do mal. O porquê da utilização desta personificação na Bíblia pode dar-se ao facto de que o processo narrativo que levou à criação deste mito tenha origem em factos transmitidos através de gerações até ao egípcio Moisés autor deste episódio de Genesis.

fonte: http://symbolom.com.br/wp/?cat=6 , acessado dia 8 de setembro de 2010.

guitarra fly v

Gibson Flying V

Origens

O primeiro protótipo desta guitarra foi feito em 1957. Ela, junto com a Futura, Explorer e a Moderne, iniciaram uma linha da guitarras modernistas desenhadas pelo então presidente da corporação, Ted McCarty. Estas guitarras vieram com o propósito de dar uma cara mais futurista à Gibson, mas elas inicialmente não vingaram. Depois do seu lançamento, em 1958, a linha foi interrompida em 1959.

No meio dos anos 60, guitarristas como Albert King, Lonnie Mack, Dave Davies e Jimi Hendrix, na procura de um visual mais arrojado e um som mais poderoso, começaram a usar Flying Vs. O interesse fez com que a Gibson pensasse em relançar o modelo.



E em 1967 ela de fato relançou o modelo, melhorando seu modelo com um escudo maior e mais bonito e trocando a ponte original, que tinha as cordas inseridas pela parte de trás do equipamento, pela ponte tradicional da Gibson. Alguns modelos eram fabricados com um trêmolo. Este modelo é agora o padrão para a Flying V ou, como a Gibson agora a chama, V Factor.



Outros Fabricantes



Muitos outras marcas de instrumentos copiaram este modelo, muitas adicionando seu "toque pessoal" ao para evitar qualquer complicação com a Gibson. Junto com os outros modelos que a Jackson fabricou a que se destaca é a personalizada para Randy Rhoads em 1981. Esta foi a primeira guitarra fabricada pela Jackson e ficou conhecida como "Shark Fin", por ter pontas assimétricas e pontiagudas, levemente curvadas, e corpo menor do que as fabricadas pela Gibson. Seguindo o modelo de Rhoads, a Jackson fabricou outra guitarra para o guitarrista do Ratt, Robbin Crosby e a fabricou com o nome de King V. Outros modelos de guitarras em V são os modelos B.C. Rich Kerry King V, Jr. V, e Draco. Alguns outros fabricantes de guitarras em V são Dean, Cort, Antares e Ibanez.

MAVERYCK

MAVERICK[dissidente; pessoa de pensamento independente]
Samuel Augustus Maverick (1803 – 1870), advogado texano, tornou-se pecuarista contra sua própria vontade quando alguém pagou-lhe uma dívida com gado. Ele não se interessava nem u pouco pelo negócio e nunca se deu ao trabalho de marcar seu gado com ferro quente. Logo o termo maverick tornou-se comum para indicar qualquer animal não marcado com ferrete. Nos Estados Unidos, a partir de 1880, o nome maverick adquiriu uma conotação política para designar políticos que não reconheciam a liderança de qualquer partido. Hoje maverick significa qualquer pessoa independente, com idéias e comportamentos muito diferentes dos das outras pessoas.
-----Ao deixarem COmenTarios...deixem E-mail-----
E-mail para contato adrianovipie@hotmail.com

E de repente a conciência da verdade se tornou a duvida..

Se a verdade é a acomodação das ideis e a estabilidade de espirito creio que minha alma anseia por mais duvidas e sabendo que alguns filosofos acreditavam que a sabedoria de um homem era medida pela capacidade que um homem tinha de suportar duvidas, quanto mais buscamos entender um misterio mais compreendemos sobre eles e mais distantes parecemos estar em compreender verdades que em seu impeto de sanidade não passam de particulas momentanis de experiencias.

..:AlquimistA das iD3ias:...

"QUANDO O SANGUE ARDE EM CHAMAS, ATÉ O MAIS FORTE DOS JURAMENTOS, TORNAM-SE NÃO MAIS QUE PALHA SECA".
SHAKESPEARE

olhos do misterio...

Mente em movimento constante

Um por todos e todos em 1

"O QUE FOI TORNA A SER, O QUE É, PERDE EXISTÊNCIA, O PALPAVEL É NADA, E O NADA ASSUME ESSÊNCIA".
GOETH.input. nicolas flamel. "livro das figuras hieroglificas"

ESPIRITO DE EQUILIBRIO.....

...:peregrino ALADO:...

Anjo, FLOR e Sangue....

"O amanhã de ontem"...

Só sei que nada sei..................... . .. . .

Só sei que nada sei..................... . .. . .

"Penso logo esqueço, que existo"

"Penso logo esqueço, que existo"

anjo do juizo final

cade a corneta?

Equilibrio dos contrarios

Desenho representativo
de minha personalidade

no amor vale tudo